Happy Hour Temático : Economia Compartilhada Turismo

ADVB e Skal São Paulo realizam Happy Hour temático

Economia Compartilhada e Tendências de Consumo monopolizaram exposições e debates sobre a relevância do tema

O Skål Internacional São Paulo, em aliança com a ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil), promoveu o tradicional happy hour temático deste ano. Economia Compartilhada e as novas tendências de consumo, que inclui o novo perfil do consumidor, compuseram o fio condutor dos speeches e discussões entre os convidados. O evento contou com as presenças de Silvio Genesini, presidente do LIDE Tecnologia e articulista da Exame Hoje; Latif Abrão Jr., presidente da ADVB; Carlos Bernardo, gerente de Aberturas e Conversões da Accor Hotels; Aristides Cury, presidente do Skål São Paulo e um número expressivo de Skålegas, associados da ADVB e líderes do trade turístico.

 

Silvio Genesini abriu a abordagem temática, proferindo palestra densa e instigante, em que apresenta fatos relacionados às mudanças de comportamento e da própria maneira de pensar das sucessivas gerações. Se antes o plano de carreira e a longevidade máxima na empresa era o desejo dos jovens de então, hoje isso virou letra morta. O jovem contemporâneo quer ser livre para empreender e inovar. Porém, ponderou que o mercado ainda se prepara para receber esse novo profissional com a devida percepção das propostas que eles trazem.

 

As reflexões de Genesini alcançaram questões que estão na ordem do dia, como as relacionadas com o impacto dos aplicativos Uber e Airbnb. No entendimento do palestrante, há espaço para estas inovações. Mas são necessárias regras do jogo claras e regulamentações. “Esses novos tipos de serviço são reflexo da nova geração, conforme comentamos no início da palestra. Novos tipos de consumidores buscam novos produtos. Querer ir contra empresas como essas é ir contra a evolução”, explica. Acrescenta que “criticar o Airbnb e o Uber é excelente, pois, assim, eles irão progredir e melhorar. Eu, pessoalmente, não sou adepto desses serviços, não alugaria uma casa no Airbnb para passar as férias. Porém, existem pessoas que são, então temos que respeitá-las”, finaliza.

 

Case Accor

Carlos Bernardo, gerente de Aberturas e Conversões da Accor Hotels, e Vice-presidente do Skål São Paulo, revelou que a empresa, desde 2009, investiu no segmento de luxo por meio da participação acionária, nem sempre majoritária, em plataformas que ofertam atendimento vip para hóspedes de castelos, mansões e outras unidades habitacionais do gênero, mundo afora. Exemplos não faltaram: OASIS Collections (1.500 propriedades); Onefinestay (2.600 propriedades); Square break e John Paul International Concierge. Plataformas que compõem o mix dos serviços de conciergerie do maior grupo de serviços de hospedagem, com sede na França.

Carlos Bernardo lembrou ainda que “a Accor Hotels paga R$ 25,378 milhões anualmente em taxas e impostos municipais, estaduais e federais pelas atividades de hospitalidade que exerce no Brasil. Além disso, emprega no país 10.600 colaboradores diretos – pagando salários, encargos e benefícios, para atender às necessidades dos clientes”.

 

Enquete Skål Internacional

Patrícia Sevilha, Vice-presidente do Skål São Paulo, apresentou os resultados de enquete realizada com 108 associados do Skål Internacional, em 28 países. A maioria dos respondentes (53%) considerou que o volume de casas e apartamentos na economia colaborativa é elevado. Para 89%, existe conflito com a indústria. Outros 60% não souberam dizer se estas plataformas de hospedagem são tributadas.

 

Confira Albúm de fotos Happy Hour Temático.

Imagens relacionadas para upload

Skalegas, associados da ADVB e líderes do trade Turístico
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Ariatides Cury, Patricia Sevilha, Silvio Genesini, Carlos Bernardo e Latif Abrão Jr.
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